Tão puro, singelo,
em certas ocasiões,
nosso amor se torna abrasante,
provocante, excitante,
selvagem até... 
 
Mordidas na pele,
nos braços, nas pernas,
na ponta da orelha,
causando arrepios...
 
Que amor tão quente,
parece um vulcão;
Sua lava incandescente,
desce ardente,
por entre montanhas
e depressões do teu corpo...
 
São beijos molhados,
na ponta dos lábios,
nos ombros, nas costas,
no bico dos seios...
 
Tudo entremeado,
com riso provocado,
na ponta dos dedos.
Suspiros são dados,
os corpos jogados,
pois ficam cansados,
de tanto amor.
 
Um terno abraço,
gostosa bitoca,
boa noite amoroso,
e vamos dormir...
Felizes,
por tanta emoção.
 

José Maciel

10-06-2003

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