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"Todos
têm uma história de Natal para recordar."

Afinal
é no Natal que se reúne toda a Família, que se revê
os parentes mais
distantes, os filhos e
netos que já não moram mais com a gente, ou mesmo os
amigos, que através de
cartões coloridos nos enviam votos
de Boas Festas.

Afinal,
é no Natal que se demonstra todo o apreço aos entes
queridos,
através
de pequenas lembranças que podem não ter valor
financeiro alto,
mas,
seu valor estimativo e pessoal, não têm preço.
Afinal,
é no Natal que se come a famosa rabanada, tão
esperada durante
todo
o mês de dezembro, com avidez e sofreguidão (gula,
por quê não?).

Tudo
bem que os símbolos sejam bem diferentes de nossa
cultura,
mas a tradição dos
festejos natalinos, a que estamos acostumados
a conviver durante todos
esse anos, inclui o sino, a árvore cheia de bolas e
luzes, algodão ou
pipoca lembrando a neve, e a figura de um Papai Noel,
risonho ( Ho, Ho, Ho, Ho...!),
gordo, de barba e
cabelos brancos, com sua
indumentária vermelha,
sentado em um trenó,
puxado por várias renas...

As
lojas e grandes shoppings fazem uso desses símbolos,
o ponto alto de
suas
decorações, como chamariz de clientes.
E,
na verdade, são bonitos de se ver.
As
crianças, mais novas, fazem questão de ir ver o Bom
Velhinho.
De
escrever com a ajuda dos pais, suas cartinhas de
pedidos,
onde
prometem se comportarem, obedecerem aos pais,
estudarem mais,
se
Papai Noel trouxer esse e/ou aquele presente. E
relacionam aqueles
que
viram nos programas infantis da televisão.
As
meninas correm lojas à procura da blusa da moda, ou de
CDs
de
seus cantores e/ou banda, favoritos.
Os meninos
buscam nas lojas de informática os novos games,
para
com ele extravasarem sua energia mental, bitolando
suas idéias e
bloqueando
seus pensamentos para os estudos, esquecendo-se
de
que
o corpo também precisa "viver".
Os
rapazes e mocinhas buscam as lojas de marca para
escolher os tênis
e
as bermudas que pedirão aos pais.
Esses,
coitados, passarão horas e horas percorrendo as lojas
populares
para, com a precisão de uma calculadora, comprar
mil
"lembrancinhas", sem esquecer ninguém.
Só
ele mesmo é que ficará sem presente.
As
mães, heroínas, estarão percorrendo os
supermercados em busca
de
preços mais em conta nos artigos de Natal, que,
muitos importados, estão
proibitivos em muitas
mesas.
O
jeito é apelar para a criatividade e por na mesa, com
um
tempero
inigualável, pratos preparados com o que há
de
mais gostoso na culinária brasileira.
Inclusive
as frutas que não podem faltar em nosso Natal
tropical.
E
sem direito a reclamações de ninguém, pois será
lembrado que,
na
mesa de muitas famílias, não haverá nada além
do
pão de rabanada, de um arroz puro e um franguinho
desfiado
e farofa (quando muito).
E na noite de
Natal, muitas serão as histórias que se
passarão,
que serão relembradas por anos a fio, e que
passarão de
geração a geração.
Mas,
o mais importante, é que, seja na casa do rico, do
pobre,
do remediado, em todos os lares onde as Famílias se
reunirem,
não falte o principal.
Um
momento de meditação, de oração em homenagem
Àquele,
a quem dirigiremos palavras de Amor e
agradecimento
por tudo que conseguimos realizar
no
ano que se finda.
O
verdadeiro dono da Festa:
Nosso
Senhor Jesus Cristo !
José
Maciel
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